Semana passada, um empresário de São Paulo me ligou às 22h. Voz tensa. "Rodrigo, preciso estar em Assunção amanhã às 9h. Tem como?"
Tinha.
Às 6h30, ele decolou de Guarulhos num Phenom 300. Às 8h45, estava sentado na mesa de negociação. Às 14h, tinha assinado um contrato de Maquila que vai reduzir a carga tributária da operação dele em mais de 60%.
Voltou no mesmo dia. Dormiu em casa.
Sabe o que percebi nesse episódio? Que a aviação executiva não é luxo. É infraestrutura de decisão. E quem ainda não entendeu isso está perdendo dinheiro — literalmente — enquanto lê este texto.


