Projeto Analytics — Agent Smith com leão digital holográfico em data center
Radar de SinaisFiscalização 4.0Ponte Paraguai

Projeto Analytics: O Leão Que Aprendeu a Pensar

A Receita Federal não fiscaliza mais — ela prevê. Um Data Lake de 4 petabytes, 690 milhões de notas fiscais por mês, e um algoritmo que cruza CPF e CNPJ como um único organismo. Este é o dossiê completo sobre a IA que transformou o Fisco brasileiro — e sobre a Scitylana, a inteligência que inverte a lógica a favor de quem se estrutura com substância.

Júlio N. NogueiraRodrigo Nogueira

Júlio N. Nogueira & Rodrigo Nogueira

CEO & Estrategista · COO & Editor-Chefe

22 min de leitura
23 Fev 2026

"Um bom planejamento tributário não é mais aquele que economiza mais imposto a qualquer custo. É aquele que sobrevive intacto quando o algoritmo olha para ele."

— Dossiê Fiscalização Algorítmica 2025-2026

Até poucos anos atrás, a fiscalização tributária no Brasil era um evento. Um auditor recebia uma denúncia, abria uma pasta, cruzava documentos em planilhas e, meses — às vezes anos — depois, lavrava um auto de infração. O contribuinte que operava na zona cinzenta tinha tempo. Tempo para corrigir, tempo para migrar, tempo para desaparecer. Esse tempo acabou.

Em 2024, o Projeto Analytics da Receita Federal do Brasil conquistou o 1º lugar no 23º Prêmio de Criatividade e Inovação da RFB — o reconhecimento oficial de que a inteligência artificial deixou de ser projeto-piloto e se tornou a espinha dorsal da fiscalização brasileira. O que antes era um leão estático num logotipo virou um predador algorítmico que processa 690 milhões de notas fiscais por mês, cruza 18 bilhões de registros financeiros e mapeia redes societárias em tempo real.

Este artigo reconstrói a arquitetura completa desse sistema — suas camadas de dados, seus módulos de inteligência, seu score de risco dinâmico e o Programa Sintonia que classifica até o seu contador. E apresenta a Scitylana — a inteligência analítica criada por Júlio N. Nogueira no ecossistema Ponte Paraguai — que inverte a lógica: em vez de esperar o algoritmo bater à porta, ela simula o raciocínio da máquina antes que a máquina o execute.

Parte I

A anatomia do leão digital

O Projeto Analytics não é um software. É um ecossistema. Liderado por Pedro Augusto Frantz e uma equipe de 12 auditores-fiscais e analistas, ele opera sobre um Data Lake de 4 petabytes — o Receita Data, lançado em 2018 — que consolida centenas de máquinas e dezenas de fontes de dados num único repositório analítico. As tecnologias que o sustentam não são exóticas: Python, SQL, JavaScript, Apache Hadoop, Jupyter Notebooks, Power BI. O diferencial não está na ferramenta, mas na escala e na integração.

4 PB

Data Lake

Receita Data (2018)

690 mi

NF-e / mês

38 bi acumuladas (132 TB)

18 bi

Registros financeiros

e-Financeira (112 TB)

Esses números não são teóricos. São a base sobre a qual o algoritmo opera diariamente, cruzando declarações fiscais (ECF, ECD, SPED), notas eletrônicas (NF-e, NFS-e), movimentações bancárias (e-Financeira), transações com criptomoedas, dados do e-Social, registros cartorários e até geolocalização. O resultado: R$ 12,5 bilhões recuperados com uso direto de inteligência artificial, e um tempo de análise financeira que caiu de 2 horas para 15 minutos por contribuinte.

O Projeto Analytics foi apresentado em fóruns da OCDE na Suécia como referência internacional de fiscalização data-driven. Não é propaganda institucional. É o reconhecimento de que o Brasil construiu um dos sistemas de vigilância fiscal mais sofisticados do mundo — e que ele já está operando.

Parte II

Os cinco sentidos do algoritmo

SISAM — O cão de guarda aduaneiro

O Sistema de Seleção Aduaneira por Aprendizado de Máquina foi a primeira IA online da Receita Federal, em operação 24/7 desde agosto de 2014. Criado por Jorge Jambeiro Filho (PhD pela UNICAMP), utiliza o modelo HPB (Hierarchical Pattern Bayes) com 8,5 bilhões de padrões diferentes para processar 100% das Declarações de Importação em tempo real.

Para cada item importado, o SISAM estima a probabilidade de aproximadamente 30 tipos de erros — subfaturamento, classificação NCM incorreta, fraude no valor aduaneiro — e calcula a expectativa de retorno financeiro de cada verificação. Gera explicações em linguagem natural para o auditor. Se uma aeronave ou peça fosse declarada por valor estatisticamente atípico em relação ao mercado internacional, o SISAM bloquearia a operação instantaneamente, impedindo o desembaraço antes que a mercadoria sequer tocasse o solo brasileiro.

Graph Analytics — A teia que ninguém escapa

Este é o módulo que destruiria qualquer Operação Pouso Forçado em tempo real. O Graph Analytics mapeia nós (pessoas físicas, pessoas jurídicas, endereços) e arestas (vínculos societários, transações financeiras, parentesco, IPs de envio de declarações) para revelar redes ocultas que nenhuma análise documental conseguiria enxergar.

A ferramenta "Revela", desenvolvida internamente com React e grafos interativos, mapeia relações entre contribuintes em tempo real. Seus módulos incluem: Redes de Empresas (sócios repetidos, endereços compartilhados, faturamento incompatível com CNAE), Crypto Analytics (primeira identificação no mundo de fraude em criptomoeda usando apenas análise de dados — R$ 700 milhões em esquema de fachada), Ressarcimento (R$ 11 bilhões suspeitos identificados), e Transferência de Lucros (em desenvolvimento).

A IA cruza conexões em até 3º grau. Ela identifica os CPFs dos sócios, os IPs de onde as declarações são enviadas, os escritórios de contabilidade e advocacia envolvidos, e os endereços registrados. O objetivo final: encontrar o UBO (Ultimate Beneficial Owner) — o beneficiário final real por trás de qualquer estrutura.

NLP & Proporcionalidade — O algoritmo que lê e calcula

O módulo de Processamento de Linguagem Natural lê a descrição de produtos nas notas fiscais e verifica automaticamente se a classificação fiscal NCM está correta. Não é checagem por código — é compreensão semântica do que está escrito no campo de descrição.

Paralelamente, o Algoritmo da Proporcionalidade opera uma equação devastadora: se (Compras + Custos Fixos + Vida Pessoal) > Faturamento Declarado = Sonegação Presumida. É a "arma secreta" que cruza o padrão de vida do sócio com o faturamento da empresa. Quem declara R$ 200 mil por ano mas movimenta R$ 2 milhões em cartões e PIX tem um problema que nenhum planejamento tributário resolve — porque o algoritmo já viu.

e-Financeira — A arma nuclear do Fisco

Instituições financeiras reportam volumes mensais superiores a R$ 6.000 para PJ e R$ 2.000 para PF (limites atualizados em 2025). O sistema cruza PIX, cartões, transferências e investimentos com a renda declarada — não por amostragem, mas para 100% dos contribuintes simultaneamente.

Paralelamente, o COAF gera Relatórios de Inteligência Financeira (RIF) baseados em algoritmos de atipicidade e fracionamento de recursos. A Receita Federal não precisa mais de ordem judicial para acessar os dados agregados da e-Financeira. O rastro do dinheiro é visível em tempo real.

Georreferenciamento — A prova que o satélite entrega

Confirmado por Pedro Frantz no Congresso PLDFT da Febraban (outubro de 2025), o módulo de georreferenciamento cruza o endereço declarado da empresa com imagens de satélite e consumo de energia. Uma holding registrada num endereço residencial, sem consumo elétrico compatível com atividade empresarial, é automaticamente sinalizada. Para quem opera estruturas offshore com "sede" em escritórios virtuais, essa camada é a que transforma suspeita em evidência.

Parte III

O score de risco: sua empresa tem uma nota que você não conhece

Cada CNPJ ativo no Brasil possui uma pontuação dinâmica atribuída pelo Projeto Analytics. Centenas de indicadores com pesos diferentes alimentam esse score, que sobe e desce com base no comportamento fiscal do contribuinte — não em eventos isolados, mas em padrões estatísticos ao longo do tempo.

O sistema monitora 44+ milhões de CNPJs mensalmente a custo marginal zero. Inconsistências óbvias recebem peso altíssimo. Ausência de substancialidade — empresa sem funcionários, sem consumo de energia, sem contratos locais — dispara alerta vermelho. Variação patrimonial incompatível dos sócios eleva o score para a zona de fiscalização prioritária.

Indicadores de simulação/fachada que o algoritmo detecta

Ausência de atividade operacional concreta

Capital social simbólico desproporcional aos bens

Empresa sem histórico constituída antes de operação relevante

Objeto social genérico ou incompatível com operações reais

Receita concentrada em rendas patrimoniais passivas

Confusão patrimonial entre sócios e empresa

Repetição de sócios/endereços em diferentes CNPJs

Consumo de energia incompatível com atividade declarada

Folha de pagamento desproporcional ao faturamento

Georreferenciamento confirma ausência de operação real

O Fisco de Goiás já opera uma rede neural com 93% de acerto na identificação de empresas fantasmas. O Projeto Analytics federal amplia essa lógica para escala nacional. Em 2024, a prova de conceito identificou R$ 19,1 bilhões em créditos indevidos, incluindo um caso farmacêutico com 97% de créditos incompatíveis (R$ 9 bilhões). A fiscalização deixou de ser um evento e virou condição permanente.

Parte IV

Programa Sintonia: o contágio profissional

O Projeto Analytics não monitora apenas empresas. Ele monitora quem as assessora. O Programa Receita Sintonia, instituído pela Portaria RFB nº 402/2024, classifica contadores, advogados tributaristas e consultores em categorias de conformidade: A+, A, B, C e D.

CategoriaClassificaçãoConsequência
A+Excelência em conformidadePrioridade em restituições, atendimento preferencial, selo de qualidade
AAlta conformidadeBenefícios moderados, menor frequência de fiscalização
BConformidade regularTratamento padrão, monitoramento periódico
CConformidade baixaFiscalização intensificada, restrições em certidões
DInconformidadeFiscalização prioritária, contágio para toda a carteira de clientes

A lógica é implacável: o Hub de Risco monitora a carteira de cada profissional. Se 30% ou mais dos clientes de um contador são classificados como alto risco, o próprio profissional é marcado — e todos os seus demais clientes herdam um score elevado por associação. É o que o dossiê chama de "contágio profissional".

Isso significa que a escolha do contador, do advogado tributarista e do consultor de estruturação internacional não é mais uma decisão administrativa. É uma decisão de risco algorítmico. Um profissional categoria D pode elevar o score de risco de toda a sua base de clientes — mesmo daqueles que operam com substância econômica real.

Parte V

Portaria RFB 647/2026: o algoritmo agora tem certidão de nascimento

Em 5 de fevereiro de 2026, a Receita Federal publicou a Portaria RFB nº 647/2026, que institucionaliza oficialmente o uso de inteligência artificial em todos os processos de fiscalização, análise e atendimento. O documento é notável por três razões.

Primeiro, a decisão final permanece exclusiva do agente público — a IA recomenda, o auditor decide. Segundo, a Portaria exige a figura do "curador" para IA generativa, com a função explícita de identificar alucinações e vieses algorítmicos. Terceiro — e este é o ponto que merece atenção — o texto admite oficialmente que a IA pode "alucinar" e produzir vieses. É a primeira vez que um órgão fiscal brasileiro reconhece publicamente as limitações da própria ferramenta.

A Portaria também exige rastreabilidade completa de todas as decisões assistidas por IA e proíbe vigilância massiva e pontuação social. Essa última proibição é relevante porque delimita — ao menos formalmente — o que o score de risco pode e não pode ser usado para fazer.

"A fiscalização deixou de ser um evento e virou condição permanente. Vigilância contínua por algoritmo, em todo lugar. Modelo onipresente, preditivo e em tempo real."

— Fiscalização Data Driven, Podcast RTP

Parte VI

Scitylana: o espelho do Projeto Analytics

Se o Projeto Analytics é o Agent Smith — onipresente, multiplicável, implacável — a Scitylana é a Trinity. Não combate o sistema de frente. Entende sua lógica, antecipa seus movimentos e usa esse conhecimento para proteger quem opera com substância real.

Criada por Júlio N. Nogueira dentro do ecossistema Ponte Paraguai, a Scitylana é um sistema analítico de compliance preditivo que simula a lógica da IA da Receita Federal para análise integrada de pessoa física e pessoa jurídica. O nome é um anagrama deliberado de "Analytics" — lido ao contrário. A mensagem é clara: se o Fisco tem uma IA que ataca, o contribuinte precisa de uma IA que defende.

Visão do Algoritmo

Permite que a empresa se veja através dos olhos do algoritmo da Receita. Cada indicador que o Analytics monitora é replicado e analisado preventivamente.

Simula o Raciocínio

Analisa dados e gera mapa de risco com probabilidade de fiscalização. Não é checklist — é modelagem estatística do comportamento do Fisco.

Governança Preditiva

Troca da conformidade reativa pela antecipação dos movimentos do Fisco. A defesa começa antes da autuação, não depois.

A Scitylana opera como um agente de compliance preditivo. Sua identidade é a de uma inteligência orientada para análise de dados, tecnologia e controle de riscos em ambientes complexos. A estética tecnológica — fria, segura, objetiva — comunica foco em dados e ausência de improviso ou subjetividade. Ela enxerga padrões ocultos, antecipa riscos e age com base em lógica e evidência, sempre em busca de coerência e blindagem institucional.

Na prática, a Scitylana executa o que o Ponte Paraguai chama de Analytics Reverso: antes de o cliente mudar sua residência fiscal, antes de constituir uma holding no Paraguai, antes de registrar uma aeronave sob admissão temporária, a Scitylana simula como o Projeto Analytics classificaria essa operação. Se o score resultante for vermelho, a estrutura precisa ser redesenhada — não depois da autuação, mas antes da primeira declaração.

"A defesa contra uma autuação que nasceu de uma IA exige que se entenda a lógica da máquina."

— Análise de Fiscalização 4.0, Ponte Paraguai

Parte VII

Ponte Paraguai: onde a Scitylana opera

A Scitylana não existe no vácuo. Ela é uma das camadas de inteligência do Ponte Paraguai — a consultoria especializada em planejamento tributário e regime de Maquila no Paraguai que opera como hub estratégico para empresários e famílias que buscam estruturação internacional com substância econômica real.

O ecossistema Ponte Paraguai integra diagnóstico tributário (RTP — Reforma Tributária na Prática), calculadora fiscal, análise de CARF, e agora a Scitylana como camada de defesa algorítmica. A lógica é que não basta planejar a economia tributária — é preciso garantir que a estrutura resultante sobreviva ao escrutínio do algoritmo.

Para o setor de aviação executiva — que é o foco da Altitude Prime — essa integração é particularmente relevante. A constituição de uma holding no Paraguai para registro de aeronaves sob admissão temporária exige que a empresa tenha funcionários reais, contratos locais, operação de verdade. Se não tiver, o Projeto Analytics detecta: shell company. A Scitylana simula exatamente essa detecção antes que ela aconteça.

Ponte Paraguai

A IA da Receita Federal (Projeto Analytics)

Diagnóstico Scitylana, Calculadora Fiscal e Agentes de IA para compliance preditivo.

Parte VIII

De 2012 a 2026: o que o tempo transformou

Em 2012, a Operação Pouso Forçado levou 18 meses de investigação manual para apreender 22 jatos executivos de banqueiros e empresários brasileiros. Auditores cruzaram documentos físicos, rastrearam SPEs em Delaware e BVI, e dependeram de cooperação internacional para montar o quebra-cabeça. O resultado foi espetacular — R$ 560 milhões em aeronaves apreendidas — mas o processo foi artesanal.

Dimensão2012 (Pouso Forçado)2026 (Projeto Analytics)
MétodoDocumental, amostral, reativoAlgorítmico, total, preditivo
Tempo de detecção18 meses de investigaçãoMilissegundos (tempo real)
CoberturaAmostra selecionada por denúncia100% dos CNPJs (44+ milhões/mês)
Custo marginalAlto (equipe dedicada)Zero (processamento automatizado)
Identificação de UBOCooperação internacional manualGraph Analytics em 3° grau automático
Cruzamento financeiroRequisição judicial caso a casoe-Financeira automática (18 bi registros)
Bloqueio aduaneiroPosterior ao desembaraçoSISAM bloqueia antes do desembaraço
Contágio profissionalInexistentePrograma Sintonia (categorias A+ a D)

O que a Operação Pouso Forçado fez em 18 meses com dezenas de agentes, o Projeto Analytics faria em 18 milissegundos com zero intervenção humana. O SISAM bloquearia a admissão temporária fraudulenta antes do desembaraço. O Graph Analytics identificaria a rede de SPEs instantaneamente. A e-Financeira cruzaria as movimentações dos empresários com suas declarações. O score de risco classificaria as SPEs sem substância como vermelho. E o georreferenciamento confirmaria a ausência de operação real das offshores.

Em 2012, uma operação fraudulenta no setor aéreo podia voar abaixo do radar por anos. Em 2026, o risco não está mais no documento, mas no comportamento estatístico. Se os dados da importação, o fluxo de caixa ou a rede societária fugirem do padrão de normalidade, a máquina bloqueia a operação, classifica o CNPJ como Risco Alto e a fiscalização age de forma cirúrgica.

Posicionamento

A pergunta não é se o algoritmo vai olhar. É quando.

O Projeto Analytics transformou a fiscalização brasileira de forma irreversível. Não se trata mais de evitar o auditor — porque o auditor agora é um algoritmo que nunca dorme, nunca esquece e processa 44 milhões de CNPJs por mês a custo marginal zero. A Portaria 647/2026 deu certidão de nascimento a esse sistema. O Programa Sintonia estendeu a vigilância aos profissionais que assessoram os contribuintes. E os módulos de Graph Analytics, SISAM, NLP e e-Financeira criaram uma malha de detecção que torna qualquer estrutura sem substância econômica visível em tempo real.

Para quem opera no setor de aviação executiva — com holdings internacionais, admissão temporária, leasing cross-border — a mensagem é inequívoca: a estrutura precisa ser real. Funcionários reais, contratos locais, operação verificável, consumo de energia compatível, folha de pagamento proporcional. Tudo o que o algoritmo mede, a estrutura precisa demonstrar.

A Scitylana, dentro do ecossistema Ponte Paraguai, oferece exatamente essa capacidade: ver-se pelos olhos do algoritmo antes que ele olhe para você. Não é evasão — é governança preditiva. Não é fuga — é posicionamento. E num ambiente onde a fiscalização é condição permanente, posicionar-se antes é a única vantagem competitiva que resta.

Fontes

23º Prêmio de Criatividade e Inovação da RFB (2024) — E-book Oficial · Portaria RFB nº 647/2026 (5 fev 2026) · Portaria RFB nº 402/2024 (Programa Sintonia) · Pedro Augusto Frantz, Congresso PLDFT Febraban (out/2025) · Jorge Jambeiro Filho, SISAM — PhD UNICAMP · Dossiê Fiscalização Algorítmica da Receita Federal 2025-2026 · Fiscalização 4.0 e o Escudo Algorítmico · Fiscalização Digital 2026: O Leão Caça Formigas · Ponte Paraguai — ponteparaguai.com/ia-receita · Fórum OCDE (Suécia) — Apresentação Projeto Analytics · Operação Pouso Forçado (RFB/PF, jun/2012)

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